Narrado por Tilda Swinton, o novo documentário de Mark Cousins revisita a história da visionária pintora Wilhelmina Barns-Graham, uma visionária, uma artista. Uma pensadora singular. Num dia de maio de 1949, Barns-Graham, então com 36 anos e uma figura emergente no grupo de artistas modernistas de St. Ives, escalou o glaciar Grindelwald, na Suíça. Aí, teve uma epifania estética e espiritual que reconfigurou a sua mente e transformou a sua arte. Passou o resto da sua vida a pintá-lo.
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